Estado de São Paulo registra aumento de 4,9% na área de vegetação nativa – Metade dos municípios paulistas tem até 15% de matas e campos naturais, indica Inventário Florestal

Fonte: Revista FAPESP

No Parque Estadual Carlos Botelho, no sudeste paulista, predomina a floresta ombrófila densa, a forma da Mata Atlântica com maior área no estado (11%)

Eduardo Cesar

Ilhabela, Iporanga e Pedro de Toledo emergiram como os municípios paulistas com maior área de vegetação nativa, respectivamente com 94,1%, 90,9% e 90%, de acordo com a versão mais recente do Inventário florestal do estado de São Paulo, lançada nesta quinta-feira (23/7). Inversamente, São Caetano do Sul, Cruzália e Pedrinhas Paulista são os com menor cobertura vegetal, respectivamente com 1,6%, 3,7% e 3,9%.

A vegetação nativa continua concentrada na serra do Mar, cujo relevo dificulta a ocupação urbana e a agricultura, e é escassa a oeste do estado. Porém “a regeneração florestal já é maior que o desmatamento”, observa o físico Marco Aurélio Nalon, pesquisador do Instituto Florestal de São Paulo (IF) e coordenador do inventário, realizado pela empresa GeoAmbiente, de São José dos Campos, com financiamento da Câmara de Compensação Ambiental do estado.

A quarta versão do levantamento – a primeira saiu em 1990 – indicou que as diversas formas de Mata Atlântica e de Cerrado cobrem no máximo 15% da superfície de metade (54%) dos 645 municípios paulistas (ver gráfico abaixo).

Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Para informações:

Bióloga Blanche Sousa Levenhagen e Gestor Ambiental Ricardo Savarino Levenhagen
Fones: (11) 99440 3848 / 99191 2710
blanche@ecobioconsultoria.com.br
ricardo @ecobioconsultoria.com.br
http://www.ecobioconsultoria.com.br

Desenvolvemos diversos serviços na área ambiental. Dentre eles estão:
– Laudos de fauna com forme Decisão de Diretoria CETESB nº 167/2015,
– Laudo de Caracterização de Vegetação, conforme Resolução CONAMA 01/94;
– Levantamento cadastral arbóreo conforme legislação municipal e – Decisão de Diretoria CETESB nº 287/2013
– Licenciamento ambiental municipal, CETESB e IBAMA,
– Regularização ambiental,
– Projetos de recuperação de área degradada,
– Projetos de compensação ambiental (restauração ecológica) conforme – Resolução SMA nº 32/2014 e Resolução SMA nº 07/2017,
– PGRCC (Plano de gerenciamento de Resíduos de Construção Civil),
– PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos)
– TCRA (Termo de compromisso de recuperação ambiental), TAC (Termo de ajustamento de conduta), TCA (Termo de compromisso ambiental),
– PCA (Projeto de Compensação Ambiental),
– Relatórios ambientais diversos;
– Perícia ambiental e assistência técnica,
– Processos DAEE, INCRA, DEPAVE, SEMASA,
– Restauração ecológica (Plantio de compensação ambiental),
– Relatórios de monitoramento de plantio e de plantio,
– Plano de Gerenciamento de Risco de Fauna em Área Aeroportuária – CENIPA/CETESB
– Elaboração de PTRDA – DECONT (projeto Técnico de Reparação de Dano Ambiental),
– Processos GRAPROHAB
– Elaboração de documentos técnicos conforme Anexo único da Decisão de Diretoria nº 153/2014/I – MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PARA O LICENCIAMENTO COM AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL
– Elaboração de Planta Urbanistica Ambiental,
– Processo de Autorização de corte de árvores isoladas,
– Processos para obtenção de IPTU Verde,
– RAS (Relatório Ambiental Simplificado), Plano de Controle Ambiental (PCA)

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